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20 de dezembro de 2011
Patricia Haddad
Outro dia, tentei reproduzir em casa uma receita que vi no Mais Você: Rostie de macarrão instantâneo. Não deu muito certo. Ficou bom, mas não igualzinho ao da ‘Namaria. Vamos às diferenças.
A receita da Ana Maria começa assim: pega um pacote de macarrão instantâneo – vulgo Miojo – e quebra em pedacinhos. Junta na vasilha o pacotinho do tempero e uma xícara de água fria. Deixa descansar pelo menos 10 minutos para hidratar.
O que eu fiz de diferente: para começar, não usei um pacotinho de Miojo. Usei uma “folha” do Nissin Yakissoba – Massa sem tempero. Na falta do pacotinho do tempero, criei o meu prórpio, misturando um pouco de sal, pimenta do reino, curry e páprica picante. Acho que esse tempero inventado foi meu único grande acerto. Recomendo usá-lo com esta mesma massa, cozida do modo como manda a embalagem.
Sal + pimenta do reino + curry + páprica picante
Os ingredientes acima já misturadinhos. Praticamente, um pacotinho de tempero de Miojo!
Como a quantidade de massa era maior, deixei de molho em mais que uma xícara de água. Vinte minutos depois, o macarrão até tinha amolecido, mas estava longe do ponto que o da Ana tinha atingido. Resolvi com 2 minutos de micro-ondas na potência máxima. Afinal, eu tinha que consertar a receita.
A Ana usou duas frigideiras do mesmo tamanho para fazer o falso rostie. Ela pôs metade do macarrão em uma, deixou dar uma fritadinha, colocou um recheio por cima (aqui, vale a sua imaginação), colocou o restante da massa cobrindo, tampou com a outra frigideira e virou.
Eu pus metade da massa na frigideira, deixei fritar um tempinho e… e percebi que não estava grudando como o da Ana. Não estava se formando um disco sólido como deveria. Alguns pedaços estavam ameaçando se quebrar. Com todo o cuidado, transferi essa primeira parte para outra frigideira, que era maior. Na menorzinha, pus o restante do macarrão, fritei um pouco, pus meu recheio (muçarela, tomate, cebola e orégano) e então, com paciência de Jó, coloquei aquele primeiro disco por cima.
Começando a colocar meu recheio predileto
A primeira parte, aguardando na frigideira maior
Fiquei tão decepcionada ao ver que não estava ficando igual que acabei esquecendo de fotografar o prato pronto. Segundo o Bruno, ficou bem gostoso. Eu achei que os pedaços de massa tostados não ficam tão bons. Ficam duros e, sei lá, perdem um pouco a graça. Mas a parte que estava macia, misturada com o recheio, estava realmente deliciosa.
Acho que boa parte do problema se deve ao tipo de massa que usei, que tem outra consistência. Se alguém quiser tentar, por favor: use Miojo!
19 de dezembro de 2011
Patricia Haddad

Quero esses e outros tantos livros do tipo. E agora?
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“Oi! Eu sou a Lilo e já apareci nessas fotos do Projeto 365 dias algumas vezes…”
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Foi comprar roupa sozinha(o) e não sabe se atrás ficou direitinho? Use a câmera do celular! Tire uma foto de costas para o espelho e veja como está. No caso, eu estava experimentando uma bermuda.
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Na foto não dá para ver muito bem, mas ali está o Cirque du Soleil num belo entardecer no Rio. Dali a pouco, eu e Bruno iríamos assistir a Varekai. Impressionante!
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Tempero estilo miojo feito em casa. Muito mais gostoso e infinitamente mais saudável.
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Saindo da Ilha, pegando a Av. Brasil. Chuva e engarrafamento para todos os lados. Ah, eu estava de carona, ok?
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Voltando de Bonsucesso. Muita chuva em Olaria.
19 de dezembro de 2011
Patricia Haddad

Belisquetes, um bom vinho e seriados na tv. Tem coisa melhor?
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Minha amiguinha veio nos visitar novamente. Cheguei na porta da varanda e a vi ali, no fio. Peguei a câmera, dei zoom e cliquei!
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“Oi, gente! Vocês conseguem me achar nessa foto? Eu moro nessa árvore do lado da varanda da pati e do Bruno!”
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Minha árvore de Natal artesanal, feita com um cone de isopor e peças de bijuteria.
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Tenso!
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A coisa tava ficando feia. Muito feia.
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Fomos conhecer o The Barley Pub. Aprovado!
19 de dezembro de 2011
Patricia Haddad

Arranjei uma nova amiguinha. Sim, essa eu chamo no feminino. Já os beija-flores eu chamo no masculino.
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Fazendo a nossa guirlanda para a porta.
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Ficou pronta! Feita com materiais aproveitados. A única coisa que comprei foi a base de isopor.
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Decorei os vidros da varanda com estes “adesivos”, que na verdade são uns enfeitinhos de uma espécie de gel que se grudam a superfícies como vidro, porta de geladeira etc.
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Esse gatinho miava desesperado no muro, pulou para o meu prédio e depois foi para o prédio vizinho.
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Sei que estou exagerando nas fotos sobre a guirlanda, mas precisava mostrá-la penduradinha na nossa porta! Pena que tive que usar flash porque a luz do corredor é bem fraquinha.
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Hoje improvisei um enfeitinho com sobras também. E não é que ficou bem bonitinho?
15 de dezembro de 2011
Patricia Haddad
Peço licença para um post um tanto fora do normal, mas preciso contar a experiência inesquecível que tivemos.
Sabe aquelas mágicas incríveis que você vê, fica de boca aberta com o que acaba de assistir e, de repente, se toca que tudo não passa de um truque? Pois é. A sensação que a gente tem no Cirque du Soleil é quase a mesma, com uma diferença: a “mágica” que eles fazem é de verdade. Os artistas voam mesmo, se jogam, dão cambalhotas no ar segurando-se apenas por um dos braços. Eu nunca consegui dar uma cambalhota no chão na minha vida.
Ícaro
Tivemos a feliz oportunidade de assistir ao espetáculo Varekai na última terça-feira, em uma sessão exclusiva para a Nextel. Como? Ganhei um concurso cultural realizado pela empresa no Twitter. Quase no fim do prazo, mandei minha frase naquela de “só para dizer que participei” e não é que ela foi escolhida? E lá fomos eu e Bruno para a Marina da Glória à noite sonhar um pouquinho…
Duas crianças fizeram malabarismos com uma corda que possuía pesos nas pontas, jogando-a para cima, dando piruetas, rolando pelo chão para, mais adiante, pegar a tal corda que parecia esperar placidamente para cair no momento preciso. Não me peça para carregar mais que 4 sacolas ao mesmo tempo…
Nesta imagem aparecem três crianças, mas no nosso espetáculo vimos apenas duas.
Aqueles “mágicos” também se penduram pelas pernas e levantam o corpo com uma agilidade absurda. Eu, descansada, passo vergonha no primeiro abdominal que tento fazer.
Uma moça dobrou seu corpo de todas as maneiras possíveis. Apoiou-se de cabeça para baixo em apenas uma mão em uma haste fininha. E girou seu corpo. E eu não piscava. Ao menos eu consigo me abaixar sem dobrar os joelhos e encostar as palmas das mãos no chão. Pontos para mim!
Não, ela não se quebrou.
Outras tantas coisas inacreditáveis aconteceram diante dos nossos olhos. Por vários momentos, lágrimas rolaram. Muitas vezes, o público aplaudia e eu custava a me mexer e bater palmas junto, tamanho o êxtase.
Dentro da tenda principal é terminantemente proibido fotografar. Por um lado isso foi bom. Não fiquei tentada a ficar fotografando tudo de lindo que vi e, assim, não perdi nada do show. As imagens que ilustram este post são da T4F, empresa que trouxe o espetáculo para o Brasil.
Nem com os braços eu faço essa linha retinha assim…

Ele era engraçadíssimo!
Obrigada à Nextel e à Agência Ideal pela oportunidade dos sonhos de assistir ao Cirque du Soleil!
13 de dezembro de 2011
Patricia Haddad
Não é bem bonitinha essa cadeira abaixo?
Tem em várias cores!
São feitas de material plástico, por assim dizer. Mas, não é qualquer plástico. Cada uma dessas cadeiras é feita com 111 garrafas pet de Coca-cola! Isso mesmo!
A Emeco, empresa que já existe há 66 anos, fez uma parceria com a Coca para fabricar essas cadeiras para lá de charmosas. Se você quiser ver como elas ficam em uma casa, dê uma olhada nesse post da Benita.
Mais informações sobre essa parceria tão bacana: http://emecowithcoke.com/information.
Aqui no Brasil, vende em uma loja em São Paulo. Pena que custe bem mais do que 111 garrafas de Coca-cola…
9 de dezembro de 2011
Patricia Haddad

Meu prato com pé da Quadrifoglio servindo de base para os crepes do Festival do Crepe!
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Não é propaganda. esse negócio é bom mesmo para exterminar formigas. Recomendo.
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Hoje foi dia de fazer arte.
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Uma xícara de café espresso com espuma de leite. Servidos?
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Um outro modelo de luminária de papel vegetal. Com “vela de led”.
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Um outro modelo de luminária de papel vegetal. Com vela normal. Resolvi fazer outra foto no dia seguinte.
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Criando uma árvore de Natal artesanal.
9 de dezembro de 2011
Patricia Haddad

Quiche de queijo com cebola. Tem receita no blog.
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Max parece um condenado durante o banho. Hilário esse cachorro!
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Essa cachorrinha apareceu hoje aqui na rua. Se enfiou embaixo de um caminhão e latiu desesperadamente por muito tempo. Não deixou ninguém se aproximar. Parecia estar perdida. Tão lindinha…
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Mousse de chocolate. Tem receita no blog.
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A foto não está muito boa porque está com um zoom absurdo. Mas ele é lindo!
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Meu amiguinho. Na verdade, um deles, porque sei que mais de um beija-flor pousa no fio pertinho da minha varanda. Converso com eles varias vezes ao dia. Como a foto foi feita contra a luz, ficou só a silhueta dele.
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Lá na entrada do prédio.
8 de dezembro de 2011
Patricia Haddad
Hoje vou mostrar aqui outras coisinhas que fiz para enfeitar nossa casa neste Natal. Primeiro, duas árvores estilizadas.

Essa árvore foi feita com um cone de papel vegetal. Colei uns paetês em forma de estrela que comprei uma vez para bordar uma camiseta. Usei apenas cola branca.
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Essa daqui de cima foi feita com um cone de isopor, que custou centavinhos. Pintei-o com tinta para artesanato fosca e colei peças plásticas para bijuteria usando cola quente. Até mesmo a flor do topo era peça de bijuteria que estava guardada, esquecida nas minhas várias caixas de materiais. O cone também pode ser feito com papel cartão, mas, neste caso, o enfeite de cima terá que ser bem levinho.
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E, agora, a guirlanda. É simplezinha, mas foi feita com muito carinho. A única coisa que comprei foi a base em isopor. Todo o restante eu tinha guardado em casa.

A base de isopor custou R$ 4,00 e foi comprada na filial do Rio da Só Isopor. Como eu não tinha fita xadrez suficiente para recobri-la toda, usei um retalho de fita de cetim vermelha para finalizar a volta.
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Eu tinha também esta espécie de bastidor em forma de estrela, na verdade uma moldurinha com um papelão por trás. Preenchi toda a frente com cola que já vem com glitter perolado.
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Este rolo de fita, que é plástica por trás, mas de veludo na frente, deve ter, por baixo, uns 15 anos. Vem com 25 jardas, o que equivale a 22.86 metros (usei este site para converter, mas se você colocar no Google “25 yards to meters” e der “enter”, vai dar no mesmo). Viram o preço estampado ali na frente? Pois é, US$ 2.99. Usei-a para fazer um laço.
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E aqui está a guirlanda pronta. Na frente do laço de veludo vermelho, colei um lacinho dourado que sobrou da árvore de Natal (a cartela com 10 custou R$ 1,99 na Casa e Vídeo). Para pendurar, usei uma fita fininha dourada. Como é aramada, nem precisei dar nó ou laço no preguinho em cima da porta: apenas enrolei as pontas algumas vezes em volta dele.
Viu só? Aproveitando sobrinhas de outras artes consegui fazer mais enfeitinhos de Natal para a nossa casa. Dá uma vasculhada nos seus guardados que, de repente, você acha coisas interessantes. Ainda dá tempo de preparar decorações únicas e especiais para esperar o Papai Noel!
2 de dezembro de 2011
Patricia Haddad
E lá estava na cozinha o pobre vidro de azeitonas que, obviamente, foi devidamente lavado e guardado. Afinal, um vidro tão bacaninha não se joga fora assim. Na caixa recém-trazida da casa da minha mãe, encontrei diversas fitas natalinas, além de cordões de bolotinhas douradas. Hum… Somando um pouco de criatividade ao material abaixo, havia de sair algum enfeitinho, né?
Comecei colocando um cordão dentro do vidro e como foi pouco, coloquei outro.
Fiz um laço separado, cortei uma tira um pouco maior que a boca do vidro e cortei também um pedaço pequeno para cobrir o meio do laço, escondendo o nó. Tudo foi colado com cola quente.
Acho que o laço poderia ter ficado um tantinho menor, mas é que aproveitei exatamente o restinho de fita que tinha. Aliás, se você reparar na primeira imagem, esse rolo de 15 metros custou meros R$ 8,00. Para ver como é antiga…
E aí? Tem algum vidro dando sopa na sua casa? Tem cordão que sobrou da árvore? Mesmo que você não tenha esse cordão em casa, custa tão baratinho que acho até que vale comprar. E se ficar grande, pode cortar. Ideia baratinha e que “faz vista”, como diria minha mãe!

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